O valor médio do benefício do Bolsa Família chegou a R$ 690,01 em fevereiro, refletindo a soma do pagamento mínimo com os adicionais previstos nas regras do programa. O piso garantido é de R$ 600 por família, mas o valor final pode ser maior conforme a composição familiar. Em todo o país, 18,8 milhões de famílias estão contempladas neste mês. Ao todo, 49,2 milhões de pessoas são beneficiadas diretamente. A transferência de renda federal soma R$ 12,9 bilhões no período. Os dados mostram a ampliação do impacto financeiro por causa dos complementos sociais. CLIQUE AQUI E VEJA O CALENDÁRIO DE PAGAMENTO. ➡️Não perca nenhuma notícia, clique aqui e siga nosso grupo no WhatsApp.⬅️
Os adicionais são os principais responsáveis por elevar o valor médio nacional. O maior deles é de R$ 150 por criança de até seis anos, reforçando a política de proteção à primeira infância. Gestantes e nutrizes recebem um extra de R$ 50. O Benefício Variável Familiar Nutriz paga seis parcelas de R$ 50 para mães de bebês de até seis meses. Também há acréscimo de R$ 50 para cada filho de 7 a 18 anos. Esses valores se somam ao benefício base de R$ 600, aumentando o total mensal recebido pelas famílias.
A principal regra para ter direito ao programa é que a renda mensal por pessoa da família seja de, no máximo, R$ 218. Esse cálculo considera a soma de todos os rendimentos da casa dividida pelo número de moradores. Apenas quem se enquadra nesse limite pode ser selecionado. A medida busca direcionar os recursos às famílias em situação de pobreza e extrema pobreza. O critério é aplicado em todo o país. A seleção é feita com base nos dados informados oficialmente.
Para receber, é obrigatório estar inscrito no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal. O cadastro é realizado nos postos da assistência social dos municípios, como os CRAS. É preciso apresentar CPF ou título de eleitor. Manter as informações atualizadas é essencial para continuar apto. Mesmo inscrita, a família não entra automaticamente no programa. A inclusão ocorre por identificação mensal automatizada do sistema federal.
Os números por estado mostram a dimensão nacional do programa. São Paulo lidera com 2.222.054 famílias, seguido pela Bahia com 2.325.734, Minas Gerais com 1.426.366 e Rio de Janeiro com 1.417.759. No Nordeste, também se destacam Ceará (1.348.410), Pernambuco (1.473.921) e Maranhão (1.152.618). No Norte, Pará soma 1.257.838, Amazonas 596.991 e Acre 123.833. No Sul, Paraná registra 547.298, Rio Grande do Sul 524.783 e Santa Catarina 205.101. No Centro-Oeste, Goiás tem 440.490, Mato Grosso 215.268, Mato Grosso do Sul 181.621 e o Distrito Federal 154.154, enquanto os demais estados apresentam: Alagoas 498.187, Sergipe 353.387, Piauí 546.474, Rio Grande do Norte 466.055, Paraíba 621.064, Espírito Santo 277.918, Rondônia 125.077, Roraima 74.713, Amapá 113.094 e Tocantins 141.957.












