Pé-de-Meia 2026: o erro que impede seu pagamento

O programa Pé-de-Meia, criado pelo GovernoFederal para incentivar a permanência de jovens no ensino médio público, continua gerando dúvidas entre estudantes que, mesmo matriculados na rede pública, podem não receber os pagamentos em 2026. A principal razão é que a participação no programa não depende apenas da matrícula escolar. Para ter direito à chamada “poupança do ensino médio”, o estudante precisa cumprir uma série de critérios sociais, cadastrais e educacionais definidos pelo Ministério da Educação (MEC) e pelo Governo Federal.CLIQUE AQUI E CONSULTE SE VOCÊ TEM DIREITO.➡️Não perca nenhuma notícia, clique aqui e siga nosso grupo no WhatsApp.⬅️

Entre os requisitos obrigatórios, está o cadastro da família no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico) até o dia 7 de fevereiro (para quem não é cadastrado), com renda mensal de até meio salário mínimo por pessoa. Estudantes registrados como família unipessoal, ou seja, que declararam morar sozinhos, não podem receber o benefício. Além disso, é necessário ter entre 14 e 24 anos, possuir CPF regularizado e estar matriculado no ensino médio público até dois meses após o início das aulas. Outro critério essencial é a frequência mínima de 80% nas aulas a cada mês, condição indispensável para a liberação dos pagamentos.

Mesmo quando todos os critérios são atendidos, o estudante pode enfrentar atrasos ou pendências administrativas. Nesses casos, o MEC orienta que a situação seja verificada no aplicativo Jornada do Estudante (CLIQUE AQUI PARA VER), plataforma oficial utilizada para acompanhar registros escolares e a participação em programas educacionais. Para acessar o aplicativo, é necessário possuir uma conta ativa no portal gov.br. O sistema também funciona como canal de comunicação direta entre o ministério e os estudantes, permitindo o acompanhamento de dados acadêmicos e benefícios vinculados à trajetória escolar.

O Pé-de-Meia é voltado a estudantes do ensino médio público que fazem parte do CadÚnico e tem como objetivo reduzir a evasão escolar, ampliar o acesso à educação e combater a desigualdade social. O programa funciona como uma poupança educacional, incentivando a permanência dos jovens na escola até a conclusão do ensino médio. A proposta é garantir apoio financeiro contínuo para que os estudantes consigam se dedicar aos estudos, especialmente aqueles em situação de vulnerabilidade social.

Os valores pagos variam conforme a modalidade de ensino. No ensino médio regular, o estudante recebe R$ 200 por mês mediante comprovação de matrícula e frequência, valor que pode ser sacado a qualquer momento. Na Educação de Jovens e Adultos (EJA), são pagos R$ 200 pela matrícula e mais R$ 225 pela frequência. Além disso, ao final de cada ano concluído, o aluno recebe um depósito de R$ 1.000 em uma poupança, que só pode ser sacada após a formatura. Com o bônus de R$ 200 pela participação no Enem, o total pode chegar a R$ 9.200 por estudante ao longo do ensino médio.

Dessa forma, estar matriculado em uma escola pública é apenas o primeiro passo. O cumprimento de todos os critérios sociais, cadastrais e de frequência é fundamental para garantir o acesso ao Pé-de-Meia. Estudantes que acreditam ter direito ao benefício, mas ainda não receberam os valores, devem consultar o aplicativo Jornada do Estudante e verificar se há pendências em seus dados ou em sua situação no programa.